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Cabaré das Santinnis
Rio de Janeiro, Solteira, 20 anos.
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Deixei meu irmão me fuder

foda-bros:

Eu já andava subindo pelas paredes sendo abraçada, beijada e amassada pelo meu namoradinho. Na primeira vez que ele enfiou a mão por baixo da minha saia e puxando um pouco minha calcinha ficou passando o dedo na minha bucetinha; quase desmaiei de prazer… Mas tinha muito medo de me entregar. Passei a deixar meu namorado me fazer gozar só passando e dedo, e em retribuição passei a masturba-lo com minha mão pra ele também gozar. Cheguei em casa mais cedo do colégio, e tranquilamente entrei pela sala. Ia pro meu quarto quando ouvi e vi movimento na cozinha… Percebi que era meu irmão Durval; mas parecia que tinha mais alguém. Pelo que comecei a ouvir, fui procurando uma posição com a intenção de ver melhor dentro da cozinha… Durval com sua bermuda arriada e segurando seu pau na direção da Janete (nossa vizinha de apenas 14 anos):


- Na bundinha não tem perigo; larga de ser boba Janete!

Durval tentava impedi-la de sair pela porta da cozinha pro quintal; e ela:

- Você prometeu que íamos só brincar e que não ia fazer nada demais comigo!

- Tá bom! Tá bom! Então vamos continuar brincando de que somos namorados; ok?

Janete empurrando Durval e conseguindo abrir a porta:

- Não quero mais… Você é muito sem vergonha!

Saiu e deixou Durval resmungando e movimentando sua mão no seu pau:

- Caralho! Porra! Que menina otária… Só quer beijinhos; ela que vá se fuder!

Eu e Durval não tínhamos muita afinidade; mas vi que ele com apenas 15 anos tinha uma vara muito maior e bem mais grossa do que a do meu namorado… Resolvi me fazer presente:

- Durval? O que você estava fazendo com a Janete?

Ele apavorado subindo a bermuda e tentando guardar seu pinto ainda duro:

- Nada! Nada!… Mas… Mas o que você está fazendo aqui em casa?

Nem me preocupei em justificar:

- Você estava fazendo sexo com ela?

- Porra Lívia… Só tentei né; mas ela é muito bobinha!

A preocupação de Durval foi que jurasse que nada falaria pra nossos pais. Prometi a ele desde que me contasse tudo que ele andava fazendo com a Janete. Durval me contou exatamente o que meu namorado fazia comigo: dedinho na xoxotinha e ela tocava uma punhetinha pra ele. Meu pensamento passou a ser em poder ver e conferir se Durval tinha realmente o pau do tamanho que achei ter visto… Resolvi contar pra ele que eu e meu namorado fazíamos a mesma coisa. Durval sorrindo:

- Caralho Lívia; é mesmo? Você pega no pau do seu namorado?

Estava adorando poder compartilhar minhas safadezas com meu irmão taradinho:

- Pego sim; a Janete também não pega no seu?

- É! Mas a Janete fala que não gosta; só faz pra que eu brinque com a bucetinha dela!

- Eu gosto das duas coisas; dele brincar com a minha xoxota e eu segurar no pau dele e fazer ele gozar!

Durval nem pensou pra perguntar:

- Você já deixou ele colocar na sua bundinha?

- Não!!! Tenho medo!…

- Pô mana! Até você??!! Qual o problema de dar a bundinha?

- Não sei… Mas a Janete também tem medo; não é?

- Tem sim… Mas ela vai acabar deixando; você vai ver!

E novamente sorrindo pra mim:

- Você também logo vai deixar seu namorado colocar na sua bundinha; quer apostar?

Caímos os dois na gargalhada… Tinha acabado de fazer 17 anos e mesmo sabendo que não era nenhuma princesa em relação à beleza, tinha um corpo até que bem jeitosinho… Olhando ainda o grande volume que aparecia na sua bermuda:

- Quer que eu toque uma punheta pra você?

- Porra Lívia; você tem coragem?

- Eu tenho; mas você vai ter que prometer não contar pra ninguém!

Ele rapidamente arriando sua bermuda me mostrando que realmente tinha uma bela caceta:

- Puta-que-pariu mana… É lógico que ninguém vai ficar sabendo!

Pedi pra que fossemos pro quarto dele, e ele deitando na cama de barriga pra cima me deixou segurar seu lindo cacete e ficar movimentando minha mão. Eu estava de joelhos sobre a cama e não tinha nenhuma intenção de deixar Durval brincar com a minha xoxota… Mas, enquanto eu lhe tocava uma punheta o taradinho foi enfiando a mão por baixo da saia do meu uniforme e chegou o dedo na minha xoxota. Sentindo minha xoxota molhada e latejando; resolvi:

- Deixa tirar minha calcinha… Mas cuidado que ainda sou virgem; heim?

Voltei a punhetar e sentindo o safadinho do meu irmão bolinando minha bucetinha logo comecei a sentir vindo meu orgasmo… Passei a punhetar mais rapidamente:

- Não para Durval… Não para… Aaaaahhhh… Aaaahhh… Vou gozar… Vou gozar!!!!!

Veio aquele tremor gostoso entre minhas pernas ao mesmo tempo em que via sair do pau do Durval aquele monte de porra que escorria pelo seu pinto e pela minha mão até seus pentelhos… Começava ali, meu relacionamento incestuoso com meu irmãozinho. Chegávamos do colégio, e antes de nossos pais chegarem dos seus serviços, íamos pro quarto pra fazermos aquelas mesmas sacanagens. Até o dia em que Durval:

- Se você chupar meu pau, depois eu chupo sua buceta; você topa?

Meu namorado já tinha me pedido um boquete várias vezes e não quis; mas só de pensar que Durval ia passar a língua na minha xoxota resolvi aceitar o desafio. Não tive dificuldade nenhuma em colocar boa parte daquela carne dura dentro da minha boca e começar a movimentar meus lábios pra frente e pra trás arrancando suspiros de Durval:

- Caaaaralho Lívia… Que chupava deliciosa… Vai… Vai… Hummmmmmm!!!!

Tive que tirar a boca rapidamente e mesmo assim recebi um jato de porra na cara. Limpando-me com minha calcinha fui deitando:

- Agora é sua vez de me chupar; vem!!!

Nunca podia imaginar que uma língua na buceta fosse tão gostoso… Em menos de cinco minutos em tinha tido dos deliciosos orgasmos. Deixamos nossas mãos de lado pra passarmos a usar nossas bocas… Fiquei viciada em chupar o pau do meu irmão e deixar lamber minha bucetinha. Mas, passados algum tempo, eu mesma resolvi que tinha que experimentar:

- Se quiser hoje na bundinha; eu deixo!

Durval ficou tão feliz que nem quis esperar que fossemos pro quarto. Estávamos na cozinha e ele levantando minha saia e tirando minha calcinha:

- Caralho mana… Você vai deixar mesmo?

Tentei convencê-lo a irmos pro quarto e ele tirando seu pau já duro pra fora da bermuda:

- Que nada… Daqui dá pra ouvirmos se alguém entrar com o carro na garagem!

A pedido de Durval tive que ficar ajoelhada sobre uma cadeira segurando no encosto e com minha bunda arrebitada pra trás. Durval molhou bastante meu buraquinho com sua saliva e logo veio me travando pela cintura e empurrando aquela coisa dura no meu ânus:

- Abre mais um pouco as pernas Lívia… Isso… Assssiiiimmmm!

Senti seu pau ir abrindo meu buraquinho e ir entrando lentamente:

- Aaaaiiii… Aaaaaiiii… Puta-que-pariu Durval; está ardendo muito!!!

Sem se importar com meus gemidos foi empurrando até que não sobrou nada pra fora… Quando ele começou o vai-e-vem eu já estava adorando sentir aquela tora se movimentando dentro de mim:

- Uiiiii… Uiiiii… Mais Durval; maaaaaaais… 

Foi indescritível sentir Durval; depois de me socar bastante, ficar parado com seu pau todo dentro da minha bundinha soltando seu gozo. 

Aos poucos fui colocando meu namorado de lado e só pensava no gostoso cacete do meu irmão… Foi na segunda vez que Durval estava me comendo por trás; que virei meu rosto e pedi pra que ele beijasse minha boca. Passamos a agir como se fossemos dois amantes namorados… Muitos beijos na boca e num quarto trancado a chave passamos a ficar deitados totalmente pelados. Durval mamava nos meus peitinhos, chupava minha buceta, me fazia chupar seu pau e comia gostoso minha bundinha… Sabia que aquele dia; um dia ia ter que chegar. Durval chegou em casa me mostrando uma tira com vários envelopes de camisinha:

- Olha aqui o que consegui comprar na farmácia!

- Pra que você comprou isso?

Ele me abraçando e me beijando na boca:

- Você não acha que está na hora de se entregar totalmente pra mim?

- Tá dizendo; deixar você colocar na minha xoxota?

- É Lívia… Com camisinha não tem perigo nenhum!!!

- Eu sei Durval… Mas é que somos irmãos; pô!!!

- E daí? Nos dois gostamos um do outro e já fazemos sexo a bastante tempo!

- Eu também tenho muita vontade Durval; mas não sei se devemos??!!

Durval chegou com o objetivo de me fuder na frente e foi me beijando e tirando minhas roupas… Estávamos no meu quarto e fui me entregando:

- Então fecha a porta Durval; fecha!

Fiquei peladinha e tremendo toda vendo meu irmãozinho ficar também pelado colocando a caminha. Durval entrou entre minhas pernas e tive que ajudar ele a achar a portinha da minha buceta… Peguei seu pau e coloquei a cabeça entre meus lábios vaginais:

- Vai Durval; empurra… empurra… 

Meu irmãozinho deu uma estocada que cheguei a ver estrelas ao sentir meu cabaço sendo literalmente rasgado. Durval parecia um touro trepando numa vaca… Bufando, passou a socar violentamente que passei a sentir seu pau querendo furar meu útero. O safadinho conseguiu me fazer ter um orgasmo antes de encher a camisinha com sua porra. 

Foi mais de um ano só trepando com meu irmãozinho. Hoje, além dele, trepo bastante com meu namorado e ainda tenho um caso com um professor da minha faculdade (50 anos). 

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